Foto/Reproducao
Do Diario de SP - Um homem de 53 anos teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após ser flagrado por câmeras de segurança atacando a própria esposa e o enteado com um facão, em Mongaguá, no litoral de São Paulo.
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O caso, que ganhou forte repercussão após a divulgação do vídeo, ocorreu no bairro Vila Anhanguera e foi registrado no fim de março, durante uma discussão motivada por ciúmes.
Segundo as investigações, o agressor investiu contra a companheira, de 35 anos, e o adolescente, de 14, dentro da residência onde a família vivia.
Escalada de violência e descumprimento da Justiça
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A situação já vinha se agravando. A vítima havia registrado boletim de ocorrência anteriormente e conseguido uma medida protetiva contra o suspeito.
Mesmo assim, o homem descumpriu a ordem judicial e voltou a agredir a mulher dias depois, o que levou a Polícia Civil a pedir a prisão preventiva com base na Lei Maria da Penha.
O pedido foi aceito pela Justiça, que considerou que novas medidas seriam insuficientes para conter o comportamento do agressor.
Histórico criminal pesou na decisão
Na decisão, o juiz destacou que o suspeito possui diversas passagens pela polícia, incluindo crimes como:
- Roubo
- Furto
- Estelionato
- Receptação
- Violência doméstica
Além disso, a Justiça apontou comportamento recorrente de perseguição, intimidação e danos ao patrimônio da vítima, o que reforçou o risco de novos episódios de violência. Atualmente, o homem é considerado foragido.
Defesa contesta versão
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A defesa do acusado afirma que os fatos divulgados não correspondem à realidade e nega a intenção de ferir a mulher ou o enteado. Segundo a advogada, a inocência do cliente será comprovada ao longo do processo judicial.
Violência registrada em vídeo aumenta pressão por resposta
O caso ganhou grande repercussão justamente por ter sido registrado por câmeras de monitoramento, o que evidencia a brutalidade da agressão e amplia a pressão por respostas rápidas das autoridades.
A exposição também reforça um padrão recorrente em casos de violência doméstica: mesmo após medidas protetivas, muitas vítimas continuam em risco real. Clique aqui e assista o vídeo.