Foto/Reproducao
Do g1 - Morta em decorrência de queimaduras provocadas por um ataque com álcool que sofreu de uma mulher enquanto trabalhava em um mercado na zona rural de Delfinópolis (MG), a jovem Íris Gabriely Cândida Paulino, de 24 anos, é lembrada pelos familiares como uma jovem alegre, educada e de boa índole.
Íris teve 40% do corpo queimado quando atendia no caixa da mercearia de um tio dela no distrito de Olhos d'Água, em 11 de abril, e morreu no domingo (19) após ficar oito dias internada na ala de queimados do hospital de São Sebastião do Paraíso.
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Segundo a família, Íris sempre morou aqui no distrito de Olhos d’Água. Ela trabalhava no estabelecimento onde ocorreu o crime havia 4 anos.
"Era alegre, positiva, boa filha, sempre foi cuidadosa com a avó que perdemos há dois anos, amorosa, gostava de compartilhar os momentos com a família, mas também de sair com as amigas", contou um parente.
Crime pode ter sido cometido por ciúmes
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Jovem que ateou fogo em atendente por ciúmes do namorado é presa em MG — Foto: Imagens cedidas
A suspeita do ataque com fogo que matou Íris foi presa na tarde de segunda-feira (20) em Delfinópolis (MG).
Segundo a Polícia Militar, a suspeita do crime, Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi presa em uma casa abandonada na zona rural do município, nas proximidades do distrito de Olhos d’Água.
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Íris Cândida, de 24 anos, morreu após ficar internada durante nove dias ao ser alvo de ataque em Delfinópolis — Foto: Reprodução / Redes Sociais
Uma câmera de segurança filmou o crime: a jovem entrou no mercado, comprou um frasco de álcool e, após pagar, abriu a embalagem ainda no caixa e jogou o líquido sobre Íris. A vítima tentou fugir, mas é perseguida pela suspeita que ateou fogo com um isqueiro. Após o crime, Marcela foi embora caminhando.
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