Brasil
Policia Civil prende mãe que abusava de filha de 1 ano e fornecia imagens para pedófilos na internet
A criança também foi submetida a exame sexológico que comprovaram o rompimento do hímen da criança

Publicado em 20/03/2023 16:02

Foto/Reprodução


Do site RomaNews - Uma mulher foi presa no município de Breves, no arquipélago do Marajó, no Pará, por estuprar a própria filha, uma bebê de apenas um ano. Segundo a Polícia Civil, a mulher foi presa em flagrante, por abusar da filha, filmar os atos e compartilhar as imagens para uma suposta rede de pedofilia na Internet.

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De acordo com a polícia, as investigações após denúncias do Conselho Tutelar que revelou que na comunidade conhecida como “Furo do Gil”, localizada na zona rural, tinha uma mulher praticando atos libidinosos contra a filha. 

Sob posse das denúncias, uma equipe foi deslocada para o local e encontrou a suspeita. Os agentes confirmaram a denúncia através de imagens e vídeos que a suspeita fez dos abusos contra o bebê e deixou em seu aparelho celular. Algumas imagens do estupro já estavam circulando em uma rede social, segundo informou a polícia.

Nas imagens gravadas, os policiais contam que a mulher praticava s€xo oral na criança e outros atos libidinosos. Além do estupro, a mulher também aparece se alimentando das fezzes da filha, que segundo a polícia, trata-se de uma prática sexual para adeptos encontrados na internet.

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Aos policiais, a mulher informou que as gravações teriam sido solicitadas por um homem que até o momento não identificado. Ela informou que ele solicitava as filmagens e depois ela passava o material para ele.

A mulher foi presa em flagrante e conduzida até a Superintendência Regional de Polícia Civil do Marajó Ocidental (Sudepol), onde aguarda transferência para uma penitenciária feminina em Belém. O bebê está sob os cuidados dos familiares.

A criança também foi submetida a exame sexológico que comprovaram o rompimento do hímen da criança. A polícia investiga se o caso tem ligação com alguma quadrilha ou rede de pedofilia na internet e também, se existem outras vítimas.


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