Foto/Reprodução
Do G1 - Dentro do túmulo onde estava o corpo da mulher assassinada e que teve a cabeça levada por vândalos do Cemitério Iguaçu Velho, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, a perícia da Polícia Civil encontrou uma tigela com materiais queimados e garrafas de bebidas.
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A pensionista Sabrina Tavares de Almeida, morta a tiros em agosto do ano passado, tinha 31 anos, e estava enterrada há 8 meses no local.
A principal linha de investigação da Polícia Civil é que a cabeça do corpo de Sabrina foi levado para um ritual religioso. Os investigadores descartam que a retirada de parte do corpo da mulher seja um recado para a família.
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Foto feita pela perícia que mostra o túmulo violado — Foto: Reprodução
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"Os indícios apontam que não é um recado para a família, e sim um ritual religioso em razão do tempo [do assassinato de Sabrina]. E quem faz esse tipo de crime acredita que não será descoberto", disse o delegado José Mário Salomão de Omena, titular da 58ª DP (Posse), onde o caso é investigado.
O episódio foi em março deste ano, na sepultura da pensionista. No entanto, a família da mulher diz que só ficou sabendo da violação quase um mês após o crime.
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Sabrina Tavares de Almeida tinha 31 anos à época da morte — Foto: Reprodução
O funcionário público Jorge Luiz Gomes de Almeida, de 52 anos, pai de Sabrina, diz que esteve no local no dia 11 de abril para limpar e depositar flores no túmulo da filha. Foi quando um coveiro pediu que ele fosse até a administração conversar com o responsável.
"Ela foi assassinada e não teve paz nem no cemitério", fala o pai de Sabrina.