Investigação
Mandante da morte de médico deu 'calote' em comparsas e pagou 13% dos R$ 150 mil pela execução, diz polícia
Segundo a investigação da polícia, a mandante ofereceu o pagamento de R$ 150 mil pela execução, mas não cumpriu a promessa.

Publicado em 11/08/2023 07:38

Suspeitos de morte de médico seguem presos em Dourados (MS). — Foto: Sidnei Bronka e Redes Sociais/Reprodução


Do G1 - A mandante do assassinato de Gabriel Paschoal Rossi, de 29 anos, em Dourados (MS), Bruna Nathalia de Paiva deu “calote” nos três homens contratados para matar o médico. Segundo a investigação da polícia, a mandante ofereceu o pagamento de R$ 150 mil pela execução, mas não cumpriu a promessa.

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Ao g1, o delegado que investiga o caso, Erasmo Cubas, informou que a mandante do crime pagou apenas R$ 20 mil aos suspeitos, que esperavam receber R$ 50 mil cada. Com isso, Bruna pagou apenas 13% do combinado pela execução. Em depoimento, Gustavo Kenedi Teixeira, Guilherme Augusto Santana e Keven Rangel Barbosa confessaram terem matado Gabriel Rossi a mando de Bruna Nathália de Paiva.

“Ela pagou apenas uma parte do combinado. Eles receberam cerca de R$ 20 mil para ser dividido entre os três. Ela não teria honrado as demais parcelas da execução”, detalhou o delegado.

O crime 

Bruna Nathália devia R$ 500 mil ao médico e encomendou a morte dele para não pagar a dívida, segundo as investigações. As informações são do delegado Erasmo Cubas.

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"Para se livrar da dívida, a suspeita contratou três homens para matar o médico. A mulher teria pagado R$ 150 mil ao trio pelo crime", disse Cubas.
Médico morreu aos 29 anos, em Dourados (MS). — Foto: Redes sociais/Reprodução

Médico morreu aos 29 anos, em Dourados (MS). — Foto: Redes sociais/Reprodução

De acordo com as apurações da Serviço de Investigações Gerais (SIG), de Dourados, Bruna ficou com o celular de Gabriel após a morte dele. Em troca de mensagens, a suspeita teria se passado pelo médico e solicitado dinheiro a amigos da vítima. Apenas neste momento, a mulher conseguiu R$ 2,5 mil.


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