Manaus
Foto/Reprodução
Rosilene dos Santos, de 53 anos, foi encontrada morta por suas próprias filhas nesta segunda-feira (6), na casa em que morava, na rua das Cravitas, no bairro Nova Floresta, na zona Leste de Manaus. As filhas de Rosilene acreditam que o caso trata-se de um feminicídio, porque o companheiro da vítima já tinha histórico de violência doméstica.
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Uma das filhas de Rosilene contou que passou o último sábado (4), com a mãe, e quando foi embora, a vítima teria ficado consumindo bebidas alcoólicas com o companheiro em casa. Desde esse dia ela não teve mais notícias da mãe.
“Morava aqui só ela e ele, eles já estão juntos há 23 anos, eles já se separaram e voltaram. Ela também já escapou de ser morta com uma faca. Ele [padrasto] sempre foi agressivo com ela, nós cansamos de pedir pra ela deixar ele. Eu falei pra ela ligar pra ele várias vezes porque ela tinha medida protetiva da polícia”, afirmou Daniela, uma das filhas da vítima.
Os familiares de Rosilene suspeitam do companheiro dela porque além do histórico de agressões, as filhas da vítima ligaram para o celular da mãe e alguém rejeitou a ligação e por isso decidiram ir ao local checar pessoalmente.
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“Viemos aqui e o ar-condicionado estava ligado, achamos que ela estava dormindo e vimos que estava tudo aberto, a porta só estava encostada e nos deparamos com o corpo dela no chão, ficamos desesperadas”, afirmou a filha da vítima.

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A vítima pode ter sido torturada
Muito abalada, a filha de Rosilene contou que não conseguiu olhar diretamente para o corpo, e que apenas tirou uma foto. “Pela foto parece que ela foi judiada, jogaram água quente nela”, afirmou.
Rapidamente, ela acionou a Polícia Militar. O suspeito fugiu do local e ainda levou o celular, dinheiro e outros ítens de valor da vítima.
Quando Rosilene decidiu morar junto com o companheiro, seus filhos ainda eram crianças. Agora adultos, eles revelaram que sofriam agressões também por parte do padrasto.
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“Eles estão juntos desde quando nós tínhamos um ano de idade. Quando a gente morava com eles, ele [padrasto] judiava muito da gente, passava pimenta em nós, dava soco na nossa cara. Ele abusava de nós e a mamãe nunca fez nada”, afirmou Daniela.
O delegado do 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP) Roger Makimoto, disse que ainda é cedo para afirmar que trata-se de um feminicídio.
“Pelo o que a gente verificou a casa está bem arrumadinha, não tem sinal de violência, não tem sinal de luta corporal. A princípio não tem nenhuma perfuração no corpo e isso aí vai ser melhor averiguado pelo IML depois que for feito o exame de necropsia. E por mais que haja um histórico de violência doméstica, a gente não pode afirmar que se trata de um feminicídio, a perícia ainda vai analisar”, afirmou o delegado.
Rosilene deixa quatro filhos. O corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e o caso será investigado pela Polícia Civil.
Idoso utiliza método frio e calculista para abusar menina de apenas 9 anos; entenda
Durante a noite da última segunda-feira (06), um idoso, de 69 anos, foi preso pela polícia. Ele é suspeito de ter um utilizado um método extremamente cruel e calculista para atrair e abusar sexualmente de uma menina de apenas 9 anos de idade.
Nenhum dos envolvidos no caso teve a identidade divulgada. De acordo com informações do portal Campo Grande News, o caso aconteceu no município de Angélica, localizado a 272 quilômetros de Campo Grande, capital do estado do Mato Grosso do Sul (MS).
Segundo o boletim de ocorrência registrado pelos policiais, ao qual o veículo já mencionado acima teve acesso, a Polícia Militar foi chamada pela mãe da criança. Ela explicou tudo o que aconteceu: o vizinho, idoso, atraiu a garotinha oferecendo balas e doces e, no momento seguinte, a beijou na boca.
Assim que os agentes chegaram na região da denúncia, moradores estavam na frente da porta da casa dele planejando uma vingança contra o idoso e, também, querendo espancá-lo pela violência sexual contra a menor de idade.
Em depoimento aos policiais militares, quando foi perguntado, o agressor admitiu que beijou a jovem, mas alegou que teria sido sem querer.
Conforme explicado por ele em sua versão, ele deu a bala para a menina e, quando ela foi abraçá-lo para agradecer, ele tentou dar um beijo na testa dela; porém, a criança inclinou a cabeça sem querer e o beijo acertou a boca.
A menina abusada, por sua vez, deu uma versão diferente do ocorrido. Ela afirmou que o suspeito ofereceu balas para ela e as amigas. Nisso, quando ela foi pegar o doce, foi agarrada e beijada por ele.
O idoso foi preso pelo crime de estupro de vulnerável e encaminhado para a delegacia de polícia. O caso segue sob investig
Do Diario de SP