Foto/Reprodução
Do Extra - A influenciadora digital Karina Laino Gomes, de 27 anos, presa suspeita de integrar uma quadrilha especializada em roubar clientes de agências bancárias, usava máscaras faciais para não ser reconhecida em algumas ações do grupo, conforme aponta a polícia.
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As investigações da 33ª DP (Realengo), indicam que Karina e seu comparsa, Edmilson Souza da Silva, já participaram de, ao menos, três “saidinhas de banco”.
Nas redes, Karina mostrava uma vida comum. Participava de “trends” e gostava de exibir suas viagens ao Nordeste, seu corpo e suas tatuagens para seus pouco mais de 63 mil seguidores no TikTok e 54 mil no Instagram.
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A influenciadora Karina Laino Gomes atuava nos golpes como motorista da quadrilha e, segundo a polícia, usava máscaras faciais para não ser reconhecida Reprodução
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Segundo a polícia, no entanto, em paralelo, atuava como motorista da quadrilha nas “saidinhas de banco”.
A investigação aponta que ela estacionava o veículo em frente à agência, o comparsa descia e, armado, abordava as vítimas na área dos caixas eletrônicos. Karina ficava aguardando seu retorno para o carro, para, então, fugirem. De acordo com a polícia, os criminosos atuavam nas regiões da Zona Oeste do Rio e da Baixada Fluminense.
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Influencer é presa e investigada por praticar saidinha de banco — Foto: Reprodução
Karina e Edmilson já vinha sendo monitorados desde o fim de maio, quando houve um assalto na porta de uma agência do Itaú, em Realengo, na Zona Oeste. Na última quarta-feira, a equipe de segurança do local informou aos policiais sobre a presença de um carro suspeito em frente ao banco. Agentes da distrital, então, se encaminharam ao estabelecimento. A dupla foi presa antes mesmo da ação, por porte ilegal de arma de fogo. Em depoimento, os dois confessaram a prática do crime.
A Polícia Civil, agora, analisa imagens de câmeras de vigilância de uma agência localizada na Avenida Marechal Fontenelle. Nas imagens é possível ver quando um cliente, carregando um malote, é abordado ainda do lado de fora da agência, por um criminoso armado.
Para a polícia, a atuação de Karina como motorista do bando seria uma forma não chamar a atenção dos seguranças das agências bancárias. Os investigadores ainda tentam identificar outras duas pessoas também suspeitas de fazer parte da quadrilha. Segundo a polícia, os criminosos também agem em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.