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Homem é preso por furtar calcinhas e usá-las por fetiche para tirar fotos e mandar para pessoas nas redes sociais
O preso informou também aos policiais que tinha "tara" por furtar calcinhas e que não era a primeira vez que cometia esse tipo de crime na cidade.

Publicado em 03/09/2023 10:48

Foto/Reprodução


Do G1 - Um homem foi preso suspeito de furtar calcinhas e usá-las para tirar fotos e mandar para pessoas em redes sociais, em Doverlândia, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Militar (PM), Carlos Uchôa Neto assumiu a autoria dos crimes depois de preso.

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Até a última atualização desta reportagem, o g1 não conseguiu contato com a defesa de Carlos Uchôa Neto

A prisão do homem ocorreu na última sexta-feira (1º). De acordo com os relatos da PM, os militares foram acionados por uma moradora do município que ao chegar em casa, percebeu que a porta estava danificada e que alguém tinha entrado no local, pois alguns pertences não foram encontrados.

Itens furtados em casa de Doverlândia — Foto: Divulgação/PM

Itens furtados em casa de Doverlândia — Foto: Divulgação/PM

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Os militares também informaram nos registros que ao serem abordados pela moradora, ela contou que Carlos Uchôa era seu vizinho e que suspeitava ter sido ele o invasor da residência, por ele ter enviado fotos usando calcinhas no rosto para algumas pessoas, incluindo uma de suas amigas. Informou também que uma das calcinhas que o suspeito mostrava nas fotos, foi reconhecida.

Após a denúncia, os policiais realizaram buscas por Carlos, que foi encontrado durante a noite. Segundo a PM, ao perguntarem para o homem onde ele esteve durante o tempo em que era procurado, Carlos disse que estava em um rio fora da cidade, e que por isso não foi encontrado. O preso informou também aos policiais que tinha "tara" por furtar calcinhas e que não era a primeira vez que cometia esse tipo de crime na cidade.

Os relatos da PM ainda apontam que além das calcinhas, o homem furtou um perfume e uma bolsa. Um relatório médico foi realizado e o autor encaminhado para a Delegacia de Caiapônia. As fotos foram divulgadas pela Polícia Militar.


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