Foto/Reprodução
O pedreiro David Martins do Carmo, de 35 anos, morador da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, foi encontrado morto na noite desta terça-feira, 30, um dia antes da data do casamento dele. A suspeita, de acordo com fontes ouvidas pelo jornal Extra, é que traficantes tenham o matado por engano, ao acharem que ele era integrante do grupo paramilitar que atua na região.
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Conforme relato da família, David foi morto logo após sair da igreja evangélica que frequentava. Em entrevista ao RJTV, da Rede Globo, a mãe dele afirmou que ele foi à igreja acompanhado de seu filho.
"O David foi para igreja junto com o filho dele. Quando o filho dele voltou da igreja, eu perguntei pelo David. Eu moro em cima, ele mora embaixo. Quando foi mais tarde, o filho dele Reginaldo foi me chamar dizendo que pegaram ele lá na Isabel Domingues", disse Ana, mãe da vítima.
Ana e a esposa de David foram até o local, perguntaram, mas ninguém tinha informações precisas. "Parece que pediram o telefone a ele, ele não quis dar ou não soube desbloquear, eu não sei dizer direito", disse a mãe.
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Como David era membro da igreja, a família contou com a ajuda dos pastores na busca. No entanto, não conseguiram encontrá-lo. Na noite seguinte, a mãe descobriu pelas redes sociais que seu filho havia sido assassinado e esquartejado.
"Foi uma barbaridade com ele. 'Picaram' meu filho todinho, ele nunca foi bandido. Estamos sofrendo na Gardênia Azul. Prefeito, governador e presidente, olhem para a gente!", lamentou a mãe.
Ao jornal Extra, a família relatou que David morava na região há 35 anos. O pastor Ruan Dias contou que ele frequentava a Igreja internacional Renovo de Deus, onde era obreiro, e não faltava a nenhum culto. A vítima deixa dois filhos.
Em nota, a Polícia Civil informou ao Terra que a investigação está em andamento pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Diligências estão em andamento para identificar a autoria do crime e esclarecer os fatos.
Do Terra