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Filho é preso suspeito de matar e enterrar os próprios pais idosos; Motivo é assustador
idosos tratam-se de um casal: Ivo Romano Lerner, de 63 anos, e Ana Rita Zanelle, de 68.

Publicado em 01/11/2023 06:15

Foto/Reprodução


G1 - O filho dos idosos, que foram encontrados mortos e enterrados no quintal da própria casa em Porto União, no Norte de Santa Catarina, foi preso preventivamente. De acordo com a Polícia Civil, ele é suspeito pelo crime, no entanto, o caso segue em investigação. As vítimas estavam enroladas em lonas plásticas.

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idosos tratam-se de um casal: Ivo Romano Lerner, de 63 anos, e Ana Rita Zanelle, de 68. Eles estavam desaparecidos desde domingo (22), e segundo a polícia, os corpos estavam a cerca de 400 metros de casa, em uma área destinada para plantio.

“Familiares que estavam procurando notaram a terra mexida, mais fofa, cavaram e encontraram eles”, diz o delegado.

O casal vivia sozinho e o filho do idoso mora a cerca de 150 metros da propriedade. A Polícia Civil colheu depoimentos de familiares, vizinhos e demais possíveis testemunhas que apontaram que o rapaz teria arado a terra onde os cadáveres estavam três dias antes deles serem encontrados.

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Quem encontrou os corpos foi um dos irmãos do idoso e sobrinhos que atuavam nas buscas desde domingo. Segundo a Polícia Civil, a principal hipótese é que as vítimas tenham sido mortas por arma de fogo, já que haviam marcas de tiros.

No entanto, somente o laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) poderá confirmar a real causa das mortes. 

O crime contra os idosos, Ivo Romano Lerner, de 63 anos, e Ana Rita Zanelle, de 68, encontrados mortos e enterrados em um quintal na cidade de Porto União, no Norte de Santa Catarina, pode ter sido motivado por questões patrimoniais, segundo a Polícia Civil. 

Segundo o delegado Eduardo de Mendonça, que assumiu a investigação na segunda-feira (30), foram identificadas diversas movimentações nas contas bancárias das vítimas entre segunda (23) e quarta-feira (25), quando ainda eram consideradas desaparecidas. No entanto, a polícia ainda aguarda respostas de bancos sobre movimentações financeiras.

"O suspeito possivelmente movimentou dinheiro da conta das vítimas. E [ele] estava com um problema financeiro pessoal. Então, estamos trabalhando nessa linha", informou o investigador à TV Globo.


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