Foto/Reprodução
Do G1 - Familiares da jovem Shakira dos Santos fizeram um protesto na última terça-feira (2) pedindo por justiça e providências, após o túmulo dela ter sido violado em Pindaré-Mirim, a cerca de 260 km de São Luís.
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Shakira, que tinha 20 anos, morreu e havia sido sepultada em 25 de abril. Mas, o corpo foi desenterrado e encontrado sem roupas, fora do túmulo, e com sinais de abuso sexual, no último sábado (29).
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No protesto, várias pessoas pararam em frente a Defensoria Pública do município e depois foram até a Delegacia de Pindaré-Mirim, onde conversaram com o delegado Carlos Magno. Ele disse que muitas situações dificultam as investigações e reclamou da fake news que estão circulando na cidade.
"As vítimas dessa situação são a família, que estão sofrendo tanto pela situação que já ocorreu, quanto pelos ataques que estão acontecendo pela veiculação das fotos, das fake news que estão acontecendo e apontamento de vários suspeitos que, na verdade, muitos nem existem, que a polícia não tem sequer conhecimento", afirmou o delegado.
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Cemitério Municipal de Pindaré Mirim possui muros baixos e pouca vigilância — Foto: Reprodução/TV Mirante
Uma das dificuldades da polícia está na própria falta de segurança no Cemitério Municipal de Pindaré-Mirim. No dia do fato não havia nenhum vigia ou segurança que pudesse dar alguma referência de pessoas que transitavam pelo local. O cemitério também possui muros baixos, o portão é aberto e a vigilância acontece apenas durante o dia.
Por enquanto, a polícia está ouvindo pessoas próximas de Shakira e tentando obter imagens de câmeras de segurança na região, mas são poucos os locais com videomonitoramento na cidade.
Do G1